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URBE.ME na Mídia – Exame.com

URBE.ME na Mídia – Exame.com

URBE.ME na Mídia – Exame.com

O URBE.ME foi tema da versão online da revista Exame. Confira abaixo a matéria. A notícia original pode ser acessada clicando aqui.


 

São Paulo – A construtora Vitacon acaba de lançar um projeto de financiamento coletivo – crowdfunding, no termo em inglês – para levantar recursos para a construção de um empreendimento imobiliário na Vila Olímpia, bairro nobre da cidade de São Paulo.

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Olhos para a rua tornam as calçadas mais seguras

Olhos para a rua tornam as calçadas mais seguras

Olhos para a rua tornam as calçadas mais seguras

Existem ruas em que nos sentimos seguros, em outras, muitas vezes, não. Mas o que as diferencia? Para Jane Jacobs, autora do livro Morte e Vida de Grandes Cidades, um dos pontos principais para tornar a calçada mais segura é a presença de olhos para a rua.

Segundo autora, esses olhos são dos chamados proprietários da rua: são moradores em suas janelas, comerciantes em frente aos estabelecimentos, desconhecidos que circulam pelas calçadas. Quando há movimento, a rua se torna segura, pois todos estão vigiando o que acontece, mesmo que inconscientemente.

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Entenda a diferença entre Fundo de Investimento Imobiliário e Crowdfunding Imobiliário

Entenda a diferença entre Fundo de Investimento Imobiliário e Crowdfunding Imobiliário

Entenda a diferença entre Fundo de Investimento Imobiliário e Crowdfunding Imobiliário

Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é uma das opções mais conhecidas para quem deseja aplicar no setor sem adquirir fisicamente um imóvel.  Esses fundos investem, geralmente, em grandes empreendimentos imobiliários como edifícios comerciais, shoppings centers, hospitais. Já o crowdfunding imobiliário é uma alternativa nova no Brasil, mas conhecida em outros países. O investimento, nesse caso, é em um empreendimento específico; ou seja, o investidor escolhe exatamente em que deseja investir. O FII é o tipo de investimento que mais se assemelha ao crowdfunding imobiliário; no entanto, existem algumas diferenças importantes.

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Crowdfunding: a cidade que queremos, projetamos ou apenas financiamos?

Crowdfunding: a cidade que queremos, projetamos ou apenas financiamos?

Crowdfunding: a cidade que queremos, projetamos ou apenas financiamos?

“A Torre Eiffel foi financiada por Gustave Eiffel, o Empire State por John Jakob Raskob e Pierre Dupont, o Burj Khalifa, o arranha-céu mais alto do mundo, foi financiado pelo Sheik Mohammed Bin Rashid Al Maktoum. O primeiro arranha-céu da Colômbia está sendo financiado por eles, milhares de colombianos que acreditaram que poderiam fazer historia em sua cidade sem depender de mais ninguém.”

Assim discorre o empreendimento imobiliário colombiano BD Bacata, o projeto via crowdfunding com maior repercussão internacional até o momento. De fundos imobiliários a construções em “condomínio” a preço de custo, os financiamentos coletivos na área imobiliária não são exatamente uma novidade. O que mudou?

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O que realmente é especulação imobiliária?

O que realmente é especulação imobiliária?

O que realmente é especulação imobiliária?

No mercado de imóveis, muito se fala sobre especulação imobiliária. Você sabe o que ele significa?

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No contexto atual do mercado imobiliário, o crowdfunding surge como alternativa

No contexto atual do mercado imobiliário, o crowdfunding surge como alternativa

No contexto atual do mercado imobiliário, o crowdfunding surge como alternativa

O crowdfunding imobiliário é um sistema de financiamento consagrado em países como Inglaterra e Estados Unidos. Novidade no Brasil, pode ser uma alternativa para momentos de maior instabilidade financeira. Atualmente, segundo o economista do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul (Sinduscon – RS), Assílio Araújo, o setor de investimentos no mercado imobiliário vive um período mais sensível; desde o fim de 2014, percebe-se uma desaceleração nesse segmento de indústria no país se comparado a anos anteriores. O cenário, pelo ponto de vista dos incorporadores, é de um mercado mais retraído.

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A cidade sustentável passa pelo conceito de Walkability

A cidade sustentável passa pelo conceito de Walkability

A cidade sustentável passa pelo conceito de Walkability

Muitas vezes, o deslocamento a pé deixa de ser uma opção atrativa, seja por tornar-se uma disputa por espaço com veículos motorizados, seja pela quantidade de obstáculos até o destino. Algumas medidas em relação ao planejamento urbano podem incentivar o caminhar, proporcionando benefícios à cidade e ao indivíduo.

Walkability é o termo, em inglês, referente ao quanto uma área é apropriada para o caminhar; ele está relacionado à fluidez do deslocamento a pé, nas calçadas e nas travessias. Não existe um consenso sobre quais indicadores medem a walkability de uma determinada região, mas é possível destacar alguns pontos importantes como a conectividade das ruas, a presença de passeios adequados e a sensação de segurança.

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Em 30 anos, a população urbana mundial deve ultrapassar as 6 bilhões de pessoas

Em 30 anos, a população urbana mundial deve ultrapassar as 6 bilhões de pessoas

Em 30 anos, a população urbana mundial deve ultrapassar as 6 bilhões de pessoas

Dia 11 de julho, celebra-se o Dia Mundial da População. A data foi criada pelas Nações Unidas (ONU) em 1989.

A cada 19 segundos a população brasileira aumenta. Esse é o tempo médio estimado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Uma das classificações da população é entre urbana e rural, sendo a primeira, no Brasil, equivalente a 84,36% do total e a segunda a 15,64%. Entre 1980 e 2010, data do último censo demográfico, registra-se o crescimento da população urbana em 20% aproximadamente, marcando o crescimento mais acelerado na segunda metade do século XX.

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A demanda por espaço gera densidade, independentemente da verticalização

A demanda por espaço gera densidade, independentemente da verticalização

A demanda por espaço gera densidade, independentemente da verticalização

A densidade, como um processo orgânico, pode acontecer de diversas formas. Porém, existe uma tentativa de controle sobre o adensamento populacional.

Embora o adensamento seja um processo orgânico, movido pela quantidade de pessoas dispostas a morar em um determinado lugar, existe a tentativa de pré-determinar quais espaços serão esses e redirecionar a demanda. Conforme o urbanista e editor do Caos Planejado, Anthony Ling, preços de moradias, algumas vezes, são elevados para restringir a densidade em uma região. O movimento contrário também acontece, busca-se aumentar a densidade construindo em determinado lugar. Para Ling, tentativas de controle são ineficientes, pois o adensamento parte das pessoas. Citando o pesquisador e urbanista Alain Bertaud, Ling afirma: “O único lugar em que Bertaud percebeu que as pessoas conseguiam determinar a densidade foi na África durante o Apartheid”.

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Impactos ambientais: do planejamento ao edifício construído

Impactos ambientais: do planejamento ao edifício construído

Impactos ambientais: do planejamento ao edifício construído

Para fechar a Semana do Meio Ambiente, vamos tratar sobre a relação entre as construções e os impactos causados por elas ao meio ambiente:

Economizar energia é uma das mais importantes formas de diminuir o impacto negativo causado pelas construções ao meio ambiente. A afirmação é do arquiteto e coordenador do grupo de inovação e sustentabilidade da Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura do Rio Grande do Sul (Asbea – RS), Klaus Bohne. Construções projetadas prevendo um melhor desempenho energético possibilitam a diminuição do uso de energia gerada por termoelétricas e hidroelétricas, fontes bastante utilizadas no Brasil, reduzindo, assim, os males por elas gerados.

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